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“Respeite os autores, só adquira livros originais.”

Tweetar A arte de contar histórias é intrínseca à natureza humana – seja para transmitir conceitos morais, registrar acontecimentos históricos, relembrar a vida de uma grande personalidade, por puro entretenimento, ou, como Sherazade, para viver por mais um dia. Desde As mil e uma noites, as narrativas de ficção exercem grande fascínio e influência sobre [...]

Continue lendo sobre: Peter Boxall – 1001 livros para ler antes de morrer

admin on agosto 17th, 2010

Tweetar Em 12 de outubro de 1979, o mais extraordinário livro jamais publicado pelas grandes editoras da Ursa Menor (e da Terra) tornou-se acessível para a humanidade: O Guia do Mochileiro das Galáxias! Muitos o consideram o último volume da série e outros afirmam tratar-se apenas de um título independente, que apenas se utiliza os [...]

Continue lendo sobre: Douglas Adams – Praticamente Inofensiva – vol. 5

admin on agosto 28th, 2009

Tweetar A casa que os Maias vieram habitar em Lisboa, no outono de 1875, era conhecida na visinhança da rua de S. Francisco de Paula, e em todo o bairro das Janellas Verdes, pela casa do Ramalhete ou simplesmente o Ramalhete. Apesar d’este fresco nome de vivenda campestre, o Ramalhete, sombrio casarão de paredes severas, [...]

Continue lendo sobre: José Maria Eça de Queirós – Os Maias

admin on agosto 28th, 2009

Tweetar Aspiração… desejo aberto todo Numa ânsia insofrida e misteriosa… A isto chamo eu vida: e, d’este modo, Que mais importa a forma? Silenciosa Uma mesma alma aspira à luz e ao espaço Em homem igualmente e astro e rosa! A própria fera, cujo incerto passo Lá vaga nos algares da deveza, Por certo entrevê [...]

Continue lendo sobre: Antero de Quental – Antologia

admin on agosto 27th, 2009

Tweetar O sorriso dos velhos é porventura uma das coisas mais adoráveis do mundo. Não o era porém o de João Barbosa no último dia de setembro de 1868, riso alvar e grotesco, riso sem pureza nem dignidade; riso de homem de setenta e três anos que pensa em contrair segundas núpcias. Nisso pensava aquele [...]

Continue lendo sobre: Machado de Assis – A melhor das noivas

admin on agosto 27th, 2009

Tweetar CRISÂNTEMOS Sombrios mensageiros das violetas, De longas e revoltas cabeleiras; Brancos, sois o casto olhar das virgens Pálidas que ao luar, sonham nas eiras. Vermelhos, gargalhadas triunfantes, Lábios quentes de sonhos e desejos, Carícias sensuais d´amor e gozo; Crisântemos de sangue, vós sois beijos! Os amarelos riem amarguras, Os roxos dizem prantos e torturas, [...]

Continue lendo sobre: Florbela Espanca – A Mensageira das Violetas

admin on agosto 12th, 2009

Tweetar Essa obra descreve um Estado imaginário sem propriedade privada nem dinheiro, preocupado com a felicidade coletiva e a organização da produção, mas de fundamento religioso. Seu modelo é A República e As leis de Platão. Além de lançar as bases do socialismo econômico, Morus, que cunhou a palavra utopia (literalmente o não-lugar de nenhum [...]

Continue lendo sobre: Thomas Morus – Utopia

admin on agosto 10th, 2009

Tweetar Personagens SIR JOHN FALSTAFF. FENTON, jovem gentil-homem. SHALLOW, juiz de paz. SLENDER, primo de Shallow. FORD, gentil-homem de Windsor. PAGE, gentil-homem de Windsor. GUILHERME, menino, filho de Page. O reverendo HUGO EVANS, sacerdote galense. Doutor CAIUS, médico francês. O Hospedeiro da estalagem da Jarreteira. BARDOLFO, homem de Falstaff PISTOLA, homem de Falstaff NYM, homem [...]

Continue lendo sobre: William Shakespeare – As Alegres Senhoras de Windsor

admin on agosto 4th, 2009

Tweetar Tinha vinte e dois anos e era professora de piano. Era alta, formosa, morena e modesta. Fascinava e impunha respeito; mas através do recato que ela sabia manter sem cair na afetação ridícula de muitas mulheres, via-se que era uma alma ardente e apaixonada, capaz de atirar-se ao mar, como Safo ou de enterrar-se [...]

Continue lendo sobre: Machado de Assis – A Pianista

admin on julho 28th, 2009

Tweetar UMA SENHORA de engenho, na Bahia, pelos anos de mil setecentos e tantos, tendo algumas pessoas íntimas à mesa, anunciou a um dos convivas, grande lambareiro, um certo doce particular. Ele quis logo saber o que era; a dona da casa chamou-lhe curioso. Não foi preciso mais; daí a pouco estavam todos discutindo a [...]

Continue lendo sobre: Machado de Assis – Adão e Eva