Prezado usuário, o objetivo deste site é incentivar a leitura através de dicas e download de livros.

Somente os livros de “Domínio Público” possuem opção de download, entretanto, abaixo da descrição de cada livro, aparecem links que levam ao endereço onde você pode comprar o livro através de nossos parceiros e a opção de pesquisar o preço do livro em diversas lojas para que você possa comprar sempre pelo menor preço.

“Respeite os autores, só adquira livros originais.”

admin on setembro 4th, 2015

A cultura na década de 70 foi marcada pela forte presença da censura. Ao mesmo tempo, teve a criatividade e o engajamento de muitos artistas e intelectuais. Nos anos 1980, com a anistia, as atividades artísticas tomaram outros rumos. O teatro como palco de resistência Ao ampliar a repressão a partir de 1968, com o …
Fonte: Cola da web / Década de 70 no Brasil

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admin on setembro 3rd, 2015

Você quebrou o seu porquinho que passou o ano inteiro colocando o troco do dinheiro do transporte…

Você tentou de todas as formas antecipar o seu presente de Natal dos seus avós…dos seus pais…mas mesmo assim, ainda não conseguiu juntar o dinheiro necessário para viajar pra Bienal do Rio.

Você tentou subornar aquele seu amigo do trabalho para que ele tirasse férias em outra data para que você pudesse sair de férias e curtir a Bienal

Mas ele não só saiu de férias sem ligar para seus sentimentos como ainda deixou um monte de trabalho inacabado e por isso, você vai ter que fazer hora extra e não vai ter tempo de curtir a Bienal.

Você mora super longe das capitais. Nunca consegue participar dos eventos das editoras…Bienal então… Sonho distante?

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

Já que o mundo resolveu conspirar CONTRA você, nós blogueiros resolvemos conspirar À FAVOR!!!

Nós não podemos lhe enviar uma passagem de avião…ou coagir seus pais/seu chefe, MAS podemos fazer você aumentar consideravelmente a quantidade de livros nas suas estantes, como se você tivesse ido realmente a Bienal e voltado cheio de livros!

(Fala sério, né? Nós somos muito bonzinhos…)

Quer saber como participar? Se liga nas regras então!

Regras

  • é necessário ter endereço de entrega no Brasil.
  • perfis usados apenas para sorteio serão desclassificados.
  • os ganhadores serão contactados pelo email cadastrado no próprio rafflecopter, e terão 48h para responder com seus dados. Caso isso não ocorra, será realizado um novo sorteio.
  • no caso de alguma regra não ter sido cumprida corretamente, o ganhador será desclassificado, e o sorteio será refeito.
  • o envio de cada prêmio é de responsabilidade do blog participante. O blog tem 45 dias, a contar da data de divulgação do resultado, para o envio do prêmio ao ganhador.
  • nenhum blog se responsabiliza pelo extravio dos prêmios.
  • será UM GANHADOR para cada Rafflecopter!!!
  • o resultado será divulgado neste mesmo post e nas redes sociais do blog.

KIT I

Sempre Nerd: Não posso me apaixonar
Perdidas na Biblioteca: Destrua este diário
Leitura Maravilhosa: Prometo falhar
Livros & Bolinhos: Uma curva no tempo
Clube das 6: Tamanho 42 não é gorda
Roendo Livros: Primeiro e Único
Segredos do Coração: Eu te darei o Sol
Parafraseando Livros: Vermelho como o sangue
De cabeça para baixo: O diamante
Fábrica de convites: Bob – Um gato fora do normal
I love my books: Um novo amanhecer
Monólogo de Julieta: O homem perfeito
Reticências: Sr. Daniels
Passatempos e Blá Blá Blá: O Leitor
Escrev’arte: Não conte a ninguém
Drafts da Nica: A máquina de contar histórias
Escuta Essa: Como falar com um viúvo
Desbravadores de Livros: Mensageiros da morte (autografado!!!!)

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KIT II

Cachola Literária: Porto Inseguro
Books and Movies: 8 segundos
Leitores Compulsivos: O jogo perfeito
Perdidas na Biblioteca: Azazel
Garotas de papel: Quando tudo volta
Olímpico literário: A mais pura verdade
Retrô books: Cine Vertigem
Fantasiando com os livros: O abominável homem das neves
Minhas escrituras: A teoria de tudo
StarBooks: Sangue mágico
Por uma boa leitura: Não olhe para trás
Lost Girly Girl: Sozinhos
Meu amor pelos livros: A livraria 24h do Sr. Penumbra
Stories and Advices: Cisne
Apenas um vício: Entrelinhas
Um livro e nada mais: Uma curva no tempo

a Rafflecopter giveaway


Participe, boa sorte e até a próxima! o/

Este post promoção: a bienal vai até você! apareceu primeiro no Parafraseando Livros.


Fonte: Parafraseando Livros / promoção: a bienal vai até você!

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admin on setembro 3rd, 2015

A adolescência é uma idade muito emocionante na vida de uma pessoa. Além de crescer, como na infância, o corpo transforma-se e a criança se converte em um ser adulto. A adolescência é uma etapa da vida que coincide, em parte, com a puberdade, mas inclui não apenas a maturação sexual como também a maturação …
Fonte: Cola da web / Adolescência

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admin on setembro 3rd, 2015

Denomina-se puberdade o período em que começa a maturação sexual. A adolescência é a fase que vai desde o início da puberdade até a idade adulta. A puberdade é desencadeada quando a hipófise, sob o controle do hipotálamo (parte do cérebro), começa a produzir os hormônios que promovem a maturação das gônadas (ovários ou testículos). …
Fonte: Cola da web / Puberdade

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admin on setembro 3rd, 2015

Férias Venimim! 2015

Não sei se vocês perceberam mas agosto foi um mês muito um pouco lento aqui no blog. Culpa do universo, da vida e tudo mais… ¯_(ツ)_/¯

Parece que quando você vai tirar férias é igual a quando você vai fazer aniversário. O universo conspira para tornar as semanas que antecedem essas datas “especiais” em pequenos infernos diários.

Para mim foi começar uma nova pós-graduação e ficar cheia de apresentações para fazer; um projeto infindável no trabalho; e uma sequência de dias em que tive mal estar digestivo. Provável que fosse de alimentação não tão regrada acrescida do stress do trabalho. Nunca saberei ao certo.

Não falei nada sobre a Bienal, que sim!, eu vou. Quase não postei resenhas, apesar de continuar lendo a pequena pilha que ocupa um canto especial da minha escrivaninha. Voltei a atrasar os posts das novidades que chegaram lá em casa. Para vocês terem uma ideia, o meu “mundinho” de notificações do Facebook nunca baixava de 100+, ou seja, nem “prestar consultoria”  na rede social eu estava/estou conseguindo.

Mas eu não esqueci de vocês! A pequena culpa de não estar presente como eu costumava/gostaria está batendo aqui no fundinho do peito. Eu espero que as férias melhorem minha saúde, minha disposição e que as postagens voltem ao normal.

Depois posto no Instagram do blog a pequena pilha de livros que pretendo ler. o/ Tem milhares páginas de fantasia com A Ascensão das Sombras, O Poço da Ascensão, A Filha do Império e As Trevas de Sethanon! Vários romances, contemporâneos e de época. Alguns Young Adults e outros dramas que tem a perspectiva de manter meus canais lacrimais limpos e hidratados. ^.~

Fora os livros que gostaria de comprar na Bienal. Vamos ver como vai ser este ano. ^.^

Então Pessoas. Desculpem o sumiço e obrigada por não abandonarem o blog e a fanpage.

Para compensar, mais tarde entra promoção no ar e ainda pretendo colocar mais outras duas ao longo de setembro!

Até a próxima! o/

Este post agosto foi um desgosto T^T apareceu primeiro no Parafraseando Livros.


Fonte: Parafraseando Livros / agosto foi um desgosto T^T

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admin on setembro 2nd, 2015

Nesta obra do Dr. Augusto Cury, os códigos da inteligência são descritos de maneira instigante, capazes de estimular tanto jovens como adultos a libertar a criatividade, expandir a arte de pensar, desenvolver saúde psíquica e a excelência profissional.

Encontramos aqui também as armadilhas da mente em que facilmente caímos e que podem bloquear a inteligência. Sabemos muito pouco sobre o que é a inteligência, como lapidá-la, expandi-la e irrigá-la. Com O Código da Inteligência, nossos olhos serão abertos para uma abordagem inovadora sobre o assunto. Alunos, profissionais, pais, professores e médicos ficarão surpresos com esta fascinante obra do Dr. Cury, narrada por Antônio Grassi.

O CÓDIGO DA INTELIGÊNCIA VAI PROVOCAR IMPACTO NO MICROCOSMO DA SUA CASA, NAS ESCOLAS, NAS EMPRESAS E NO TEATRO SOCIAL. As cortinas do teatro psíquico se abrirão.
Fonte: Resenhas de Livros / Resenha: O código da inteligência, de Augusto Cury

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admin on setembro 1st, 2015

Umberto Eco é um gênio esgotado, preguiçoso ou um fanfarrão? Ou tudo ao mesmo tempo agora? Sim, essa é uma abertura provocativa e, deliberadamente, bombástica, para tentar chamar sua atenção. Porém, para além disto, mais uma vez sigo o sábio conselho com o qual o venerável mestre Antonio Candido abriu seu “Literatura e Sociedade”: “Nada mais importante para chamar atenção sobre uma verdade do que exagerá-la”.

E a verdade é que sempre que Umberto Eco lança um novo romance ele se torna figura onipresente nos cadernos culturais. São entrevistas e mais entrevistas, resenhas e mais resenhas. Normalmente, entrevistas repetitivas e resenhas mornas, elogiando a nova obra, sem aprofundar muito. Logo depois, salvo em trabalhos acadêmicos sobre o autor, pouco se fala sobre o tal livro. No inconsciente coletivo da intelectualidade, Umberto Eco ainda é o autor de “O Nome da Rosa”, que começa a ganhar merecido status de clássico, e personagem símbolo da cultura ocidental, de algum modo substituindo Jorge Luis Borges, não por acaso um de seus ídolos.

O que é muito justo. Parece-me que, possivelmente, ele é o mais culto dos homens vivos. Quem poderia lhe ser superior nessa inútil gincana de memória de elefante? Habermas? Harold Bloom? Bento XIV? Nenhum deles, uma vez que essas ilustres figuras são gente séria, não se ocupando, pelo menos não publicamente, de assuntos que consideram menores, tais como cultura pop e popular. Umberto Eco não possui tais preconceitos, ou escrúpulos. Dá xeque-mate em seus concorrentes no quesito versatilidade. Em inúmeras ocasiões demonstrou seus vastos conhecimentos sobre cinema trash, desenhos animados, literatura pulp, pornografia, fofocas sobre subcelebridades em geral, histórias em quadrinho, a saga do Super-Homem, o urso Zé Colméia, internet e assuntos afins. Tudo convivendo lado a lado com sua sólida formação em semiótica, filosofia, teologia, história, alta literatura, artes, mitologia, conhecimentos consideráveis em ciências duras e, como bom italiano, música erudita. E muito mais. Eco é uma espécie de Google humano. Essa facilidade em unir cultura erudita e cultura de massa, de modo bem humorado, transformou-o numa espécie de consciência geral de nosso tempo, um tipo de Grilo Falante Pós-Moderno. O problema é que, receio, às vezes, ele acredite mesmo nisso.

Em termos literários, Umberto Eco não pode ser reduzido ao papel de autor de um livro só. Além de “O Nome da Rosa”, escreveu o ainda melhor “O Pêndulo de Foucault”. Um romance, infelizmente, subvalorizado, mas com tema, personagens e enredo brilhantemente desenvolvidos. Mas foi só.

Claro que esse “só” é maneira de “dizer”. Produzir dois romances geniais, além de inúmeros livros teóricos fundamentais para diversas áreas das Ciências Humanas, constituem feitos colossais. Certamente, vão lhe garantir um lugar na História. Mas tenho sérias dúvidas se é o suficiente para colocá-lo no panteão, entre os Grandes, os realmente Imortais, como o citado Borges, Mann, Kafka e outros VIPS. Se tivesse que apostar meu suado dinheiro, hoje, diria que não. Eco não entra para o clube. O que também é justo, considerando que, assim como Roberto Carlos, Eco passou os últimos 20 anos vulgarizando sua obra de ficção. É um esforço gigantesco que resultou em milhares de páginas que variam entre o mediano e o descartável. Li cada uma delas. Mais de uma vez.

Humberto Eco
Humberto Eco

Quando lançou o “Nome da Rosa” em 1981, Eco termia ter se esgotado como ficcionista. Mas esse foi um projeto técnico, no sentido de que o escreveu usando seus vastos conhecimentos de crítico literário e medievalista, gigantesca capacidade de trabalho e intuição de leitor voraz. “O Nome da Rosa” é, acima de tudo, a montagem de um complexo mosaico literário. Eco gastou tinta, dedos e cérebro para escrevê-lo, não sangue, suor e lágrimas. Percebeu que poderia ser mais pessoal em sua literatura e o resultado foi o “Pêndulo de Foucault”, colocando nele tudo que lhe interessava, emprestando aos personagens inclusive suas memórias de infância, durante a Segunda Grande Guerra. Demorou sete anos na tarefa. Depois desse livro, o sentimento de esgotamento retornou. Desta vez estava certo.

Em 1994 publicou o interessante, mas levemente decepcionante, “A Ilha do Dia Anterior”. Tudo bem, não dá para produzir obras-primas como se produz pizzas, por mais italiano que se seja. Em 2000 veio o fraco romance histórico “Baudolino”, um livro que deixou a sensação de ter sido escrito às pressas, sem grandes pretensões, feito para ser apenas uma aventura imaginativa. Interpretei-o como o respiro do artista, a folga antes do canto do cisne. Quatro anos se passaram e saiu o ambicioso “A Misteriosa Chama da Rainha Loana”, obra lindamente ilustrada que tinha tudo para ser um novo triunfo, mas que resultou em decepção: o tema, a questão da memória individual em relação à memória coletiva, foi desperdiçado; os personagens pouco desenvolvidos, o enredo ficou cheio de pontas soltas e tempos mortos, apresentou um final preguiçoso ao estilo Saramago e Italo Calvino, do tipo “cansei de escrever, vou terminar o livro”. Comecei a ficar irritado. Quando, em 2010, foi lançado “O Cemitério de Praga” li-o cheio de desconfiança, embora, como sempre, esperançoso. Infelizmente, mais uma pizza queimada: o enredo é inverossímil e mal desenvolvido, os personagens antipáticos e sem carisma, a narrativa, mais uma vez, preguiçosa e repleta de clichês. Umberto Eco tornou-se um imitador de si mesmo. Pior, imitava Dan Brown, autor de “O Código Da Vinci”, que por sua vez imitava e vulgarizava o Eco dos anos de ouro.

Agora, em 2015, com o lançamento de “Número Zero”, Umberto Eco foi mais longe, ele não apenas imita e vulgariza o autor que um dia foi ao escrever “O Pêndulo de Foucault”, como se autoplagia toscamente. O enredo do novo romance, como foi amplamente divulgado nos cadernos culturais, físicos e online, se passa em 1992, ano da Operação Mãos Limpas, que, literalmente, limpou a Itália de diversos esquemas criminosos que assolavam o país, mas que, como efeito colateral, gerou um vácuo de autoridade que ajudou a colocar no poder o milionário da mídia Silvio Berlusconi, uma mistura patusca de Roberto Marinho, Assis Châteaubriant e Silvio Santos à italiana. O mau jornalismo e suas consequências parece ser o tema. Poderia ser a má literatura.

Os problemas começam na primeira página, onde é apresentado um mistério que já não é dos mais empolgantes e que deveria iniciar o suspense da trama. Sua resolução, sugerida quase ao final, é feita da maneira mais despojada e desinteressante possível. Entre uma coisa e outra, o que encontramos é uma comédia de erros. O protagonista é o cinquentão enxuto Colonna, um perdedor excessivamente consciente (fala sobre isso o tempo todo), que trabalha como ghost-writer (“nègre”, como era chamado da Itália, antes da era do politicamente correto) e tradutor de alemão. Esse é o tema do primeiro autoplágio que consegui identificar, presente na página 15 da edição brasileira, um parágrafo que lembra muito um trecho de “O Pêndulo de Foucault”: “ou você traduz alemão ou se forma, as duas coisas juntas não dá para fazer”. Na página 64 é pior, encontramos um período que cópia quase palavra por palavra, em contexto diferente, um dos diálogos mais famosos de “O Nome da Rosa”, sobre herborismo. Na página 92 o autor recicla um artigo da década de 1990 sobre a então recente moda dos telefones celulares. E a coisa vai, em detalhes menores ou maiores.

eco

Mas esses autoplágios são o menor dos problemas. Com um pouco de boa fé e complacência podemos considerá-los honestas autocitações, merecidas auto-homenagens, inocente masturbação intelectual, “easter eggs” ou mesmo que o idoso autor simplesmente esqueceu-se que usou tais ideias em outros lugares. Seriam apenas ecos de Eco em Eco. Justo.

O problema está na frouxidão no desenvolvimento do tema e do enredo. O problema está na galeria de personagens clonados, muito melhores em suas encarnações anteriores. O problema está nos diálogos engraçadinhos, requentados de outros livros. O problema está na abertura de assuntos, que ameaçam ser importantes, mas que são solenemente esquecidos. O problema está nas teorias conspiratórias sem novidades. O problema está nos coadjuvantes sem carisma e irrelevantes. O problema está nas discussões exageradamente didáticas, que deveriam ser elucidativas e/ou eruditas, mas que parecem resultados de pesquisas rápidas feitas no Google. O problema está na falta de um clímax, ou, por outra, um clímax anticlimático. O problema está no desfecho que deveria ser cínico, mas que se revela ingênuo, contando com um “moral da história”.

Essas são minhas impressões iniciais sobre “Número Zero”. Se tivesse que lhe atribuir nota, não seria zero. Não faria isso nem para gerar um efeito “esperto” no texto, não me permito descer tão baixo para chamar sua atenção. Fica no máximo com cinco de dez, sendo generoso. Claro que estou escrevendo no calor do momento. Pode ser que o livro seja reavaliado. Sempre é possível. Mas é o que temos para hoje.

Antes que me esqueça, há um ponto positivo (ou não). Depois de uma sucessão de calhamaços, sempre entre quatrocentas e seiscentas páginas, o novo livro só tem duzentas, em letras grandes e espaçadas. Não se perde muito tempo. Afinal, talvez a verdade seja que eu sim estou preguiçoso ou esgotado. Ou sou um leitor fanfarrão.

Para fechar, não podemos descartar a possibilidade de que Eco não escreva os romances que assina desde a década de 1990. É possível que o fato do personagem Colonna ser um ghost-whitter seja uma pista, uma piscadela irônica para os desocupados que ficam discutindo as causas do fim de seu talento narrativo, ao invés de lerem literatura clássica de verdade. Talvez Eco, humildemente, não se considere digno de entrar para o panteão e se sabote. Talvez esteja realizando uma longa performance artística, para denunciar o caráter superficial da indústria cultural que transformou um professor universitário em celebridade internacional. Talvez só fiquemos sabendo desse projeto numa carta testamento.

Pode ser ainda que Eco só esteja cumprindo contrato, entregando um romance de vez em quando para editora, para garantir alguns milhões de dólares a mais nos baús guardados nos porões do castelo medieval que comprou.

Se qualquer uma dessas opções for verdadeira, a resposta é que Eco é, definitivamente, um gênio fanfarrão.

 

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Fonte: Revista Bula / Umberto, um fraco Eco de si mesmo

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admin on setembro 1st, 2015

O alienista foi a primeira obra estilo realista feita por Machado de Assis. Nela, podemos acompanhar a curiosa estória do doutor Simão Bacamarte, e dos demais moradores da pequena cidade de Itaguaí, localizada no Rio de Janeiro.

O protagonista Simão é um homem inteligentíssimo, médico e dono de uma casa que funciona como uma espécie de sanatório, é nesta casa que ele trata os desequilibrados mentais da região. No desenrolar da trama, Simão passa a,questionar o que realmente é a insanidade e que comportamentos devem ser considerados “anormais”. A partir daí, ele começará a internar pessoas totalmente lúcidas, sem nenhum tipo de desordem mental. Logo, a população ficará transtornada com tais medidas e se unirá para tentar tirar esse médico maluco do poder.
Fonte: Resenhas de Livros / Resenha do Livro: O Alienista, de Machado de assis

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admin on setembro 1st, 2015

O alienista foi a primeira obra estilo realista feita por Machado de Assis. Nela, podemos acompanhar a curiosa estória do doutor Simão Bacamarte, e dos demais moradores da pequena cidade de Itaguaí, localizada no Rio de Janeiro. O protagonista Simão é um homem inteligentíssimo, médico e dono de uma casa que funciona como uma espécie […]
Fonte: Resenhas de Livros / O alienista, de Machado de assis

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admin on agosto 31st, 2015


Casa da Palavra

  • Quando os livros foram à guerra - molly guptill manning

    Sinopse

    A história inspiradora de soldados que viram nos livros um meio de tornar a guerra mais humana e suportável; 120 milhões de livros especiais, e autores e obras que elevaram os espíritos das tropas. A Armed Services Editions, editora que se especializou em publicar livros especiais e adequados a soldados em campos de guerra, lançou um total de 1.200 títulos. Os soldados os liam enquanto esperavam para desembarcar na Normandia, nas trincheiras infernais em meio às batalhas no Pacífico, à espera da recuperação de ferimentos em hospitais. Os livros eram amados – e disputados – pelas tropas, e ainda hoje são lembrados com carinho pelos veteranos. Os livros foram peça fundamental da vitória de uma guerra que somou mais de quarenta milhões de vítimas. Afinal, a arma mais poderosa de Hitler não foi um avião, uma bomba ou um rolo compressor de tanques, mas sim o livro Mein Kampf. E foi nesse conflito que os títulos da Armed Services Editions tiveram seu papel mais importante: viraram armas vitais na guerra de ideias.

    Título
    quando os livros foram à guerra
    Série
    Autor
    molly guptill manning

LeYa

  • sonho febril - george r.r. martin

    Sinopse

    Uma reinvenção original e fascinante das histórias de vampiros pelas mãos do mestre da fantasia moderna George R.R. Martin. Quando o falido capitão Abner Marsh recebe uma proposta de sociedade do rico e sinistro aristocrata Joshua York, ele até chega a desconfiar que algo está errado. Mas nada que a possibilidade de receber milhares de dólares em ouro e construir o barco dos seus sonhos não o possa fazer mudar de ideia. Assim surge o Fevre Dream, o melhor e mais potente barco de todo o Mississipi. Uma embarcação magnífica que, ao navegar pelo rio, vai deixando pelo caminho uma coleção de histórias sombrias. Movido pela força do vapor, o sonho do capitão pode se transformar no maior pesadelo da humanidade.

    Título
    sonho febril
    Série
    Autor
    george r.r. martin
  • uma história meio que engraçada - ned vizzini

    Sinopse

    O que aconteceria se você descobrisse que a maior idealização da sua vida não era aquilo que você esperava? O adolescente Graig Gilner vai perceber que, até mesmo ao atingir um objetivo, nem sempre as coisas saem da forma como deveriam. Mas aprenderá também que, mesmo nas adversidades, é possível fazer novos amigos, se apaixonar e encontrar motivos para viver. Como muitos adolescentes determinados a vencer na vida, Craig Gilner acredita que asua entrada na Executive Pre-Professional High School de Manhattan é o passaporte para o seu futuro. Obstinado a ter uma vida de sucesso, Craig estuda dia e noite para gabaritar no exame de admissão, e consegue. A partir daí, o que deveria ser o dia mais importante da sua vida, acaba marcando o início de um sufocante pesadelo.

    Título
    uma história meio que engraçada
    Série
    Autor
    ned vizzini
  • cinema no divã - danit pondé

    Sinopse

    O que o cinema tem a ver com a psicanálise? A resposta é: tudo! Para começar, os dois surgiram na mesma época. Apenas cinco anos depois de os irmãos Lumière apresentarem suas primeiras projeções, em 1895, Freud lançou A interpretação dos sonhos, o livro fundador da psicanálise. Em Cinema no divã, grandes filmes são analisados pela perspectiva da psicanálise. Destacando um filme ou uma série de TV, cada ensaio mostra como o seu enredo e os seus personagens conseguem representar tão bem as questões e os conflitos humanos. De maneira descomplicada e com uma linguagem acessível até para quem é leigo no assunto, Danit Pondé aborda diversos temas da psicanálise como neurose, melancolia e psicopatia tendo como referência grandes sucessos do cinema como Amadeus, Fim de caso, Bonequinha de luxo, entre outros. Um livro capaz de ampliar a visão do leitor para muito além das telas de cinema que, como espectador, vai passar a ver e rever seus filmes preferidos com outros olhos.

    Título
    cinema no divã
    Série
    Autor
    danit falbel pondé
  • politicamente incorreto: o guia dos guias - leandro narloch

    Sinopse

    Depois do sucesso retumbante dos Guias Politicamente Incorretos da História do Brasil, América Latina e Mundo, a família mais polêmica das livrarias brasileiras ganha mais um integrante de peso. “Politicamente Incorreto – O guia dos guias” reúne o melhor dos três livros anteriores, desvendando mitos e jogando luz sobre as inverdades que ouvimos na escola e nos acostumamos a repetir. Zumbi dos Palmares, Che Guevara, Mao Tsé Tung, Gandhi, Madre Teresa de Calcutá. Ninguém fica imune aos tomates que Leandro Narloch joga nos equívocos da história do país, do continente e do mundo, abusando da já conhecida ironia e de seu habitual sarcasmo. Imperdível.

    Título
    politicamente incorreto: o guia dos guias
    Série
    Autor
    leandro narloch
  • psicopatas do cotidiano - katia mecler

    Sinopse

    Diz o ditado que de perto ninguém é normal. E, de fato, basta parar um minuto para observar o seu entorno e você vai identificar aquela pessoa que é instável demais, outra que é inflexível demais, outra ainda que é teatral ou insegura ou arrogante ou submissa… Os desvios são muitos, e estão sempre à nossa volta. Às vezes são apenas características individuais, que não preenchem critérios para diagnóstico psiquiátrico algum, mas outras vezes são comportamentos repetitivos, peculiares e disfuncionais que causam danos físicos e psicológicos às próprias pessoas ou para aquelas que estão ao seu redor. Este livro identifica estes que são os psicopatas do cotidiano e explica em detalhes as características que levam essas pessoas a agirem assim. Para quem tem um deles ao redor, será uma oportunidade única de descobrir mecanismos que ajudem a manter a própria integridade, física ou psicológica, sem abrir mão da convivência.

    Título
    psicopatas do cotidiano
    Série
    Autor
    katia mecler

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Fonte: Parafraseando Livros / lançamentos agosto – leya

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